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Controladoria jurídica, agenda de prazos ou planilha: qual usar?

A planilha atende quem tem poucos processos e uma pessoa operando. A agenda de prazos serve para lembretes pontuais. A controladoria jurídica passa a fazer sentido quando há várias OABs, equipe e volume de publicações, porque acompanha também a origem, o responsável, a auditoria e o financeiro.

Atualizado em 6 min de leitura Equipe editorial do controlador.ia

Comparação por critérios

A tabela abaixo compara os três modelos nos pontos que mais pesam na rotina de um escritório. Ela descreve o que cada abordagem costuma oferecer, e não um produto específico.

CritérioPlanilhaAgenda de prazosControladoria jurídica
Origem das publicaçõesDigitação a partir de portaisDigitação manualCaptura automática por OAB, nome e processo, com limites declarados
Cálculo do prazoManual ou por fórmulaManualSugerido com base legal e memória de cálculo, revisado pelo advogado
ResponsávelColuna preenchida à mãoEm geral, não existeDelegação e fila por pessoa
AlertasSó se alguém abrir o arquivoLembretes simplesD-3, D-1 e no dia, inclusive para prazo sem dono
AuditoriaNenhuma ou limitadaNenhumaTrilha de confirmações, ajustes e delegações
EquipeRisco de versões conflitantesCompartilhamento limitadoPapéis, permissões e carteiras
FinanceiroArquivo separadoFora do escopoHonorários, horas e faturas ligados ao cliente
Custo inicialBaixoBaixoMensalidade
Faz mais sentido quandoPoucos processos e uma pessoaLembretes pontuaisVárias OABs, equipe e volume diário

Quando a planilha basta

Para um advogado com poucos processos, que lê as publicações diariamente e tem disciplina de revisão, a planilha é flexível e barata. O ponto de atenção é a dependência de uma única pessoa e de digitação manual.

Quando a agenda de prazos basta

Uma agenda cumpre bem o papel de lembrar datas já confirmadas. Ela não captura publicações, não explica a contagem e não mostra quem é o responsável. Funciona como complemento, e não como controle.

Quando migrar para uma controladoria

Os sinais costumam aparecer juntos: mais de uma OAB, mais de uma pessoa operando, publicações em volume e necessidade de saber quem fez o quê. Nesses casos, o custo de um prazo sem dono supera o de uma mensalidade.

Cinco perguntas para decidir

Responda com sinceridade:

  • Quantas OABs e quantas pessoas operam a rotina de prazos?
  • Alguém lê todas as publicações todos os dias, sem falhar?
  • É possível saber agora quem é responsável por cada prazo?
  • Existe registro de quem confirmou ou alterou uma data?
  • O financeiro está ligado ao cliente e ao processo?

Fontes oficiais

Quer ver isso funcionando na sua rotina?

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