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Software jurídico ou planilha: quando migrar
A planilha atende bem um escritório pequeno com poucos processos e uma pessoa operando. Ela deixa de ser suficiente quando aparecem várias OABs, equipe, publicações em volume e necessidade de rastrear quem fez o quê.
O que a planilha faz bem
Para começar, a planilha é flexível, barata e conhecida. Um advogado com poucos processos consegue controlar prazos nela sem grande esforço, e isso é razoável.
Sinais de que o limite chegou
Os sinais costumam aparecer juntos:
- Mais de uma pessoa edita a mesma planilha e surgem versões diferentes.
- As publicações são lidas em portais e digitadas à mão.
- Ninguém sabe dizer, de imediato, quem é o responsável por um prazo.
- O financeiro vive em outro arquivo, sem ligação com o processo.
- A conferência depende da memória de uma única pessoa.
O que um software acrescenta
A diferença não está em guardar datas, e sim em acompanhar o caminho: captura automática das publicações, classificação, sugestão de prazo com base visível, delegação, alerta, auditoria e ligação com clientes e financeiro.
O que avaliar antes de migrar
Antes de contratar, vale responder:
- Quais dados precisam ser importados e em que formato eles estão?
- Quem confere os prazos e quem os executa?
- Quais fontes o software cobre e quais limites declara?
- Como é o suporte na implantação?
Migração gradual
Não é preciso desligar a planilha no primeiro dia. Muitos escritórios rodam os dois por algumas semanas, conferindo os resultados antes de abandonar a planilha. O importante é definir uma data de corte e um critério de aceite.
Fontes oficiais
Quer ver isso funcionando na sua rotina?
Na demonstração de 20 minutos, aplicamos o fluxo à realidade do escritório.
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